Em algum lugar bem distante, vem a mim a vida, uma escapatória sobre a morte. Vem a mim infinito, enquanto meu espírito livre agora é. Já que meu corpo padece em tristeza.
Vem à mim pai, mãe, amigos e espírito santo, já que meu estado de perfeição é pleno.
Magnitude agora sou eu; dentro e fora de estar, mesmo sendo, mesmo imortal e puro, uno como o vento, amado como amante; amigo como sempre.
Enquanto vida, a vírgula que separa minha alma e meu corpo é distante e quase imperceptível.
Enquanto morte, será sempre o ontem.
Amado e eterno Dione Pessinato de Biasi.


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